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     A biotecnologia moderna, também conhecida como engenharia genética ou tecnologia do DNA recombinante, envolve modificação direta do DNA, que representa o material genético de um ser vivo, de forma a alterar precisamente as já definidas características do organismo vivo ou introduzir novas características. Assim sendo, o uso da biotecnologia moderna implica, inicialmente, no conhecimento e isolamento de seqüências de DNA que correspondem a genes responsáveis em conferir a característica desejada (fenótipo). O isolamento dos genes de interesse é conduzido por meio de técnicas de clonagem molecular que consiste em induzir um organismo vivo a amplificar a seqüência de DNA de interesse, em sistemas que permitem uma fácil purificação e recuperação do referido fragmento de DNA. Para isso, são utilizados vetores de clonagem (plasmídeos ou vírus), nos quais a seqüência de DNA de interesse é inserida, utilizando a enzima DNA ligase. Quando necessário, o fragmento de DNA de interesse pode ser liberado do vetor por meio de enzimas de restrição. Uma vez isolado o gene de interesse, estes fragmentos de DNA (genes) são incorporadas por meio de engenharia genética no genoma do organismo alvo, resultando em um organismo geneticamente modificado (OGM), cuja característica adquirida passa a ser hereditária.
     Assim sendo, o termo geneticamente modificado tem sido amplamente usado para descrever a aplicação da tecnologia do DNA recombinante para alteração genética de animais, plantas e microorganismos. Essa tecnologia moderna, desenvolvida em 1973, permite a transferência do material genético de um organismo para outro efetiva e eficientemente. Ao invés de promover o cruzamento entre organismos relacionados para obter uma característica desejada, cientistas podem identificar e inserir, no genoma de uma determinado organismo, um único gene responsável pela característica em particular. Isto permite que as alterações no genoma do organismo sejam precisas e previsíveis, ao contrário do melhoramento clássico, que consiste na transferência de genes de um organismo para outro por meio de cruzamentos (reprodução sexual), misturando todo o conjunto de genes dos dois organismos em combinações aleatórias. Como conseqüência, o processo de seleção do caráter desejado demanda uma enorme quantidade de tempo e não é exatamente preciso. Além disso, os resultados de melhoramento clássico de animais e vegetais estão limitados à variação natural dentro de diferentes recursos genéticos. Com as técnicas de engenharia genética, qualquer gene de qualquer organismo pode ser isolado e transferido para o genoma de qualquer outro ser vivo por mais divergente ou distante que seja na escala evolucionária. Sendo assim, é possível transferir para plantas, por exemplo, qualquer gene de peixes, ratos, humanos, bactérias ou vírus. Esta possibilidade amplia consideravelmente os recursos genéticos para melhoramento de plantas e animais, resultando na obtenção de plantas ou animais geneticamente modificados, também denominados de organismos transgênicos. Os genes que são inseridos artificial e intencionalmente no genoma de um organismo são denominadas transgenes e têm a capacidade de conferir ao organismo uma definida característica desejada.

 



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      No LNLS, cientistas fazem pesquisas para ampliar o conhecimento sobre os átomos e as moléculas. Todos os materiais são feitos de átomos e moléculas. Logo, os cientistas querem entender cada vez mais os materiais, em especial as propriedades microscópicas destes. Ao recorrer ao LNLS, os pesquisadores encontram aqui um potente instrumento - uma fonte de luz síncrotron. No LNLS há também microscópios muito potentes, também utilizados por cientistas com o objetivo de investigar propriedades e características de átomos.